O futuro da China às margens do rio Huangpu.
Xangai é a China que surpreende quem já conhece a outra: arranha-céus de neon de um lado do rio e casas coloniais de 1920 do outro, e no meio uma cidade que funciona como qualquer capital europeia e come melhor que quase todas.
É também a porta de entrada mais confortável do país e a melhor base para excursões curtas: Suzhou, Hangzhou e as vilas de água ficam a menos de duas horas de trem.
O passeio em frente aos prédios coloniais, olhando a fileira de torres de Pudong se iluminar. É a imagem clássica de Xangai.
Um jardim Ming do século XVI com lagos, dragões de pedra e pavilhões. Ao lado, o mercado antigo.
Plátanos, casas de tijolo e cafés nas antigas ruas do bairro francês. Ideal para caminhar sem plano.
O mirante mais alto da cidade, ou melhor, o bar do 52º andar em frente, com a mesma vista e sem fila.
Zhouzhuang ou Zhujiajiao: canais, pontes de pedra e barcos. Dá para fazer em um dia desde a cidade.
A balsa pública custa menos de um dólar e é a melhor vista rio abaixo que existe.
Março a maio e setembro a novembro. O verão é úmido e quente; o inverno é cinza, mas barato e sem filas.
Xangai tem dois aeroportos e a melhor conexão ferroviária da China: 4,5 horas a Pequim, 1 hora a Suzhou, 1 hora a Hangzhou e 2,5 a Huangshan.
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