A China tem uma das melhores redes móveis do mundo e um dos conjuntos de regras mais particulares sobre o que carrega nela. A diferença entre uma viagem em que o celular simplesmente funciona e outra em que você briga quatro dias com o sinal se decide em casa, em uns dez minutos.
A resposta curta
Se você ler só um parágrafo: compre um eSIM de viagem antes de embarcar, deixe o seu chip de origem ativo junto com ele para chamadas e SMS, e esqueça o assunto. Isso custa 20–35 dólares por duas semanas, instala em dez minutos no seu próprio wifi, mantém os seus apps habituais funcionando normalmente e preserva o seu número de sempre. Todo o resto desta página é detalhe.
- As redes móveis chinesas são excelentes: 5G em todas as cidades grandes e 4G praticamente em qualquer lugar. Cobertura não é o problema.
- Um eSIM de viagem é a resposta padrão para uma viagem normal de férias ou de trabalho.
- O roaming com a sua operadora é a opção mais simples e a mais cara: muitas vezes 70–140 dólares por duas semanas.
- Um chip chinês local dá os dados mais baratos e rápidos e um número chinês, mas os seus apps habituais não vão carregar nele.
- Seja qual for a sua escolha, resolva isso antes de embarcar. Os balcões de chip do aeroporto são uma fila, não uma solução.
Duas coisas são verdadeiras ao mesmo tempo e as pessoas confundem isso o tempo todo: as redes chinesas são melhores que as da maioria dos países ocidentais, e alguns apps muito conhecidos não são acessíveis a partir de uma conexão do território continental. Um fato não contradiz o outro. O plano que você compra decide qual dos dois você vai viver.
As três opções num relance
Existem exatamente três formas sensatas de se conectar como visitante, e elas se comportam de maneira muito diferente. Esta tabela é o artigo inteiro em miniatura.
| eSIM de viagem | Roaming da operadora | Chip local na China |
|---|
| Dá para deixar pronto antes de embarcar? | Sim, em uns 10 minutos | Sim, com uma ligação ou pelo app | Não. Compra-se na chegada, presencialmente |
| Custo típico, 2 semanas | 20–35 USD | 70–140 USD com tarifa diária | 14–28 USD equivalente |
| Os seus apps habituais | Continuam funcionando | Continuam funcionando | A maioria não carrega |
| Exige registro com passaporte | Não | Não | Sim, presencialmente no balcão |
| Mantém o seu número | Sim, com chip duplo | Sim | Normalmente não, a menos que leve dois celulares |
| Velocidade e franquia | Boa, generosa | Boa, muitas vezes com limite | A melhor e a mais barata por gigabyte |
| Ideal para | Quase todo viajante | Conexões muito curtas, certas viagens de trabalho | Estadias longas, segundo celular, ponto de acesso |
A expressão «os seus apps habituais» faz um trabalho real naquela tabela. É a diferença prática mais importante entre as colunas e o motivo pelo qual recomendamos a coluna do eSIM para quase todo mundo.
Por que essa escolha importa mais do que parece
Comece pela boa notícia, porque ela é genuinamente boa. A China construiu uma das redes móveis mais completas do mundo: 5G em Pequim, Xangai, Cantão, Shenzhen, Chengdu, Xi'an e Hangzhou, e 4G chegando praticamente a todo o país habitado, incluindo as montanhas de Zhangjiajie e a longa estrada do deserto até Dunhuang. Nas cidades as velocidades costumam ficar entre 50 e 200 Mbps e os dados móveis são baratos. Na maior parte do país você terá conexão melhor do que em casa, inclusive em lugares onde não esperaria.
A nuance é que a mesma conexão não é a mesma conexão em todo lugar. Um plano que entra pela rede do território continental e um plano que roteia os seus dados internacionalmente se comportam de forma diferente, e essa diferença decide se os seus mapas, o seu e-mail e o app com que você fala com a sua família funcionam como em casa.
Então a pergunta real não é «tem sinal?» — sempre tem. É «que tipo de plano eu comprei?».
- Os planos internacionais — eSIM de viagem e roaming da operadora — roteiam o seu tráfego para fora do território continental. Os seus apps habituais se comportam como em casa. Você paga mais por gigabyte do que num chip local e mantém o seu número.
- Um chip local chinês é registrado na China com o seu passaporte e funciona inteiramente na rede do território continental. São os dados mais baratos e rápidos que você pode comprar e vem com um número chinês realmente útil para logins em wifi e algumas reservas. Em troca, os apps ocidentais conhecidos simplesmente não carregam nele.
Por isso a resposta para férias de duas semanas muitas vezes é «os dois»: um eSIM de viagem para os dados que o seu celular realmente precisa e, se você quiser um número chinês para os portais de wifi ou as filas de restaurante, um celular antigo com um chip local barato.
Opção 1: um eSIM de viagem (a que recomendamos)
Um eSIM de viagem é um plano de dados que você compra de um provedor internacional — Airalo, Nomad, Holafly, Saily, Ubigi e mais uma dúzia — e instala como código QR no celular. Não chega nada pelo correio. Não tem balcão, nem fila, nem papelada.
Como instalar
- Confirme que o seu celular aceita eSIM e não está bloqueado pela operadora. Todos os iPhone a partir do XS (exceto a maioria dos modelos chineses), a maioria dos Samsung Galaxy recentes, Pixel e os topo de linha de Huawei e Xiaomi aceitam. Se o seu não aceitar, compre um chip de viagem físico: mesma ideia, entregue como cartão.
- Compre o plano em casa. Escolha um plano da Ásia ou um específico da China. De 10 a 20 GB por 15 dias custam 20–35 dólares dependendo do provedor; planos ilimitados de 7 dias ficam entre 25 e 40 dólares.
- Instale enquanto ainda está no seu próprio wifi. Escaneie o código QR, adicione o plano como segunda linha e dê um nome claro, tipo «dados China».
- Deixe desligado até aterrissar. Quase todos os provedores começam a contar na primeira conexão, então instalar antes não custa nada.
- Na chegada, desligue o roaming de dados da sua linha de origem e passe os dados para o eSIM. 90 % dos «o meu eSIM não funciona» são um celular que ainda está tentando usar a linha original para dados.
O que observar ao comparar provedores
- Os gigabytes, não o preço de vitrine. Um plano de 5 GB para duas semanas é apertado se você usa mapas o dia inteiro. 10 GB é confortável para navegação, mensagens e fotos; 20 GB se você publica vídeo.
- Se o plano é só dados ou inclui número. A maioria dos eSIM de viagem é só dados, e está ótimo: você vai usar WhatsApp, iMessage ou WeChat por dados. Alguns poucos incluem um número real para chamadas.
- Se permite compartilhar dados (ponto de acesso). Se vocês viajam em dois, um plano de 20 GB compartilhado sai mais barato que dois de 10 GB. Não são todos que permitem.
- Em que rede opera. Planos que usam China Unicom ou China Mobile costumam ter melhor cobertura fora das grandes cidades.
- O horário do atendimento. Você quer alguém para responder às 2 da manhã no horário de Pequim se o plano não ativar.
Um truque prático que economiza dinheiro de verdade: instale o eSIM e deixe também ativo o seu chip de origem. Num celular com chip duplo você pode levar as duas linhas ao mesmo tempo, então o seu número continua recebendo códigos do banco e mensagens enquanto todos os seus dados vão pelo plano de viagem. Deixe o plano de viagem como linha de dados e o seu chip de origem como linha de voz e SMS.
Opção 2: roaming com a sua operadora
O mais simples é não fazer nada e deixar a sua operadora fazer roaming. Funciona, não exige preparação e o seu número fica exatamente igual. Também é, para quase todo mundo, a coluna mais cara da tabela.
- Operadoras dos Estados Unidos. Os passes diários internacionais da Verizon e da AT&T ficam em torno de 10 dólares por dia e são cobrados só nos dias em que você usa, então uma viagem de 14 dias são 140 dólares se você usar todos. A T-Mobile inclui nos planos premium uma franquia internacional mais lenta, muitas vezes 5 GB de alta velocidade e depois velocidade reduzida, que costuma bastar para mapas e mensagens e pouco mais.
- Operadoras europeias. O roaming gratuito da UE não chega à China. Conte com um extra pago ou uma tarifa diária de 5 a 15 euros, ou com um pacote mundial mensal de 30 a 60 euros, que sai muito melhor se você viaja com frequência.
- Operadoras da América Latina. As tarifas variam muito e costumam ser as mais altas das três; confira antes de supor. Algumas vendem um pacote Ásia regional bem mais barato que o preço por dia.
Onde o roaming realmente ganha: numa conexão de dois ou três dias, ou numa viagem de trabalho em que o seu número precisa continuar ativo para chamadas. Onde perde: em qualquer viagem de mais de uma semana. Não existe cenário em que 14 dias de passes de 10 dólares saiam melhor que um eSIM de 30 dólares.
Opção 3: comprar um chip local na China
É o que fazem os residentes e os visitantes de longa estadia, e é o melhor custo-benefício da tabela. Também é a opção com mais atrito na chegada e a que mais provavelmente vai te deixar sem os seus apps habituais.
Onde comprar
- Balcões de aeroporto na sala de desembarque de Pequim Capital, Pequim Daxing, Xangai Pudong, Xangai Hongqiao, Cantão Baiyun e Chengdu Tianfu. Abertos até tarde. Os preços vêm com acréscimo: conte com 200–400 RMB (28–56 dólares) por 10–30 GB durante 30 dias.
- Lojas oficiais das operadoras China Mobile, China Unicom ou China Telecom, em qualquer centro de cidade. As mais baratas, o melhor custo-benefício e normalmente o atendimento mais prestativo, mas isso você faz em horário comercial, nos primeiros dias, com jet lag.
- Não em lojas de conveniência. O velho hábito de comprar o chip na lojinha da esquina não vale na China. O registro é feito presencialmente, num balcão.
O que você precisa
- O seu passaporte. Os chips chineses são registrados em nome real e o balcão vai escaneá-lo.
- A sua data de entrada e, às vezes, os dados do visto ou da sua entrada sem visto: um passageiro em trânsito sem visto de 240 horas pode receber um chip turístico de validade mais curta.
- O próprio celular, para a equipe confirmar que funciona na rede e ativar o plano enquanto você espera.
- De dez a vinte minutos. Isso não é uma transação de máquina automática.
Um pacote turístico generoso costuma ser 100–200 RMB (14–28 dólares) por 20–30 GB durante 30 dias, ou um plano mensal com número chinês a um preço parecido. Isso é de três a cinco vezes mais barato por gigabyte que qualquer eSIM de viagem; a contrapartida é que os seus apps habituais não vão carregar numa conexão só do território continental e você terá trocado de número.
Quanto custam de verdade duas semanas de dados
As mesmas duas semanas, de cinco maneiras, com preços honestos:
| Abordagem | Custo, 2 semanas | O que você obtém |
|---|
| eSIM de viagem, 10–20 GB / 15 dias | 20–35 USD | Instala em casa. Os seus apps seguem funcionando. Mantém o número. |
| Passe diário da operadora, 14 dias | 70–140 USD | Zero preparação. A opção mais cara com folga. |
| Chip local em balcão de aeroporto | 200–400 RMB (28–56 USD) | Prático, mas o preço local mais alto pelos menos gigabytes. |
| Chip local em loja na cidade | 100–200 RMB (14–28 USD) | Os dados mais baratos e um número chinês. Sem os seus apps habituais. |
| Só wifi de hotel e cafés | Grátis | Serve para o e-mail à noite. Não serve para mapas e táxis em movimento. |
Repare no formato da tabela: a opção mais barata é também a de mais atrito e menos compatibilidade, e a mais prática é a mais cara. O eSIM fica deliberadamente no meio e ganha na única métrica que importa nas férias: o número de coisas que dão errado.
Cobertura, velocidade e quantos dados você precisa
Duas semanas de navegação, mensagens, tradução e algum envio de fotos são confortavelmente 8–12 GB. Veja como os dados desaparecem:
| O que você faz | Consumo aproximado | Notas |
|---|
| Mapas e navegação, o dia inteiro | 200–400 MB por dia | O maior consumidor. Baixe mapas offline e cai bastante. |
| Mensagens e e-mail | 30–80 MB por dia | Texto é quase de graça; as fotos somam. |
| App de tradução em segundo plano | 50–150 MB por dia | Vale reservar: você vai usar o tempo todo. |
| Backup de fotos | 500 MB–2 GB por dia | Desligue o backup na nuvem pelos dados móveis. |
| Chamadas de vídeo para casa | 150–400 MB por hora | Vídeo é a única coisa que come um plano. |
| App de corrida e ingressos | 20–50 MB por dia | Irrelevante. Não se preocupe com isso. |
Cobertura na prática: espere 5G completo em todas as cidades de um roteiro padrão, bom 4G nas linhas de alta velocidade entre cidades e sinal utilizável até nas áreas de montanha de
Huangshan e
Guilin. Zonas realmente sem sinal são raras e quase sempre ficam num túnel de montanha ou numa caverna, não numa cidade.
Cinco coisas para fazer antes de embarcar
- Confirme que o seu celular está liberado pela operadora e que aceita eSIM; se não, peça um chip de viagem físico.
- Compre o plano em casa e instale no seu próprio wifi, dando a ele um nome claro como a sua linha de dados da China.
- Baixe mapas offline de cada cidade do roteiro. É o melhor uso possível de dez minutos antes de uma viagem.
- Salve um print com o nome e o endereço do hotel em caracteres chineses, e outro com o código QR do eSIM e os dados de ativação, caso precise reinstalar.
- Avise quem precisa falar com você de que estará por dados, não por SMS: WhatsApp, WeChat ou iMessage serão o canal real.
Mais uma: se vocês viajam em casal ou em família, comprem um plano maior e usem um celular como ponto de acesso em vez de comprar quatro planos pequenos. Costuma custar metade e tem um efeito colateral útil: um único aparelho onde todos conferem se não esqueceram o passaporte.
Wifi, hotéis e a armadilha de login que ninguém avisa
O wifi dos hotéis na China é rápido, gratuito e universal, das redes internacionais às pousadas familiares. Também costuma estar atrás de um portal que pede número do quarto e nome, o que é simples: a recepção preenche para você se a página estiver em chinês.
Onde as pessoas tropeçam é no wifi público. As redes de aeroportos, shoppings, metrô e cafés na China costumam enviar um código de verificação por SMS para um número de celular chinês. Se você só tem um eSIM de viagem e o seu chip de origem, esse SMS pode nunca chegar, e você fica num aeroporto sem conseguir entrar na rede gratuita.
- Wifi do hotel: tranquilo. Peça a senha ou o acesso por número do quarto no check-in.
- Wifi do aeroporto: muitas vezes precisa de um número chinês. Não conte com ele na chegada: você quer o seu plano de dados funcionando antes de aterrissar.
- Wifi de cafés e shoppings: irregular pelo mesmo motivo.
- A solução prática: os dados do seu eSIM de viagem costumam ser mais rápidos e sempre mais simples que procurar um portal. Trate o wifi como bônus, não como plano.
- A outra solução: se um número chinês realmente ajudaria, compre um chip local barato como segunda linha e use só para logins e reservas.
É a reclamação de conectividade mais comum que ouvimos de viajantes que não prepararam nada: aterrissam, o wifi do aeroporto pede um número chinês, o balcão de chip tem uma fila de quarenta pessoas e fecha em uma hora, e eles não conseguem ligar para o motorista que está esperando. Dez minutos em casa eliminam o cenário inteiro.
Se algo der errado
- «O eSIM instalou mas não tem conexão.» Verifique três coisas nesta ordem: os dados móveis estão na linha do eSIM, o roaming está ligado na linha do eSIM e o roaming está desligado na sua linha de origem. Esse terceiro é o culpado mais vezes que os outros dois juntos.
- «Conectou e no dia seguinte parou.» Você estourou a franquia ou a validade do plano é mais curta do que você imaginava. Veja os dados restantes no app do provedor antes de supor defeito.
- «A bateria está acabando muito rápido.» Acontece com chip duplo quando uma das linhas fica procurando sinal. Se uma linha é só para SMS, considere desligá-la durante o dia e olhar à noite.
- «Os dados de um chip local funcionam mas nada carrega.» É o comportamento esperado de um plano só do território continental, não um defeito. Volte a colocar o eSIM como linha de dados.
- «O hotel está pedindo um número de telefone chinês.» É comum em portais de wifi e em alguns sistemas de reserva de restaurante. O seu guia, a recepção do hotel ou um segundo chip local barato resolvem em segundos.
Como resolvemos isso nas nossas viagens
Numa viagem privada da CHINATOUR.US, conectividade deixa de ser algo que você administra. Cada guia e cada motorista levam o próprio celular, o próprio plano de dados e o próprio conhecimento prático da cidade. Fazem as reservas, guardam os ingressos, ligam para o restaurante, mandam para você o horário de saída da manhã. Se o seu plano morrer ou o seu celular resolver dar trabalho, a pessoa ao seu lado tem um que funciona e o dia segue exatamente como planejado.
Também dizemos com clareza quais apps vão funcionar e quais não, antes de você embarcar, de acordo com o plano que escolheu: uma resposta pequena e específica que economiza bastante estresse de férias. Cada viagem é uma única reserva, um único grupo, só o seu, com veículo privado e guia que fala inglês e, muitas vezes, espanhol ou português. Se você preferir não pensar em chip de celular, diga isso quando escrever. Comece pelos roteiros ou pelos guias de destinos, veja como se monta uma viagem para a China sob medida ou simplesmente escreva com as suas datas.
Perguntas frequentes
O Google Maps, o Gmail, o Instagram e o WhatsApp funcionam na China?
Depende inteiramente do tipo de plano que você compra, não do celular. Se você se conectar com um plano internacional — um eSIM de viagem ou o roaming da sua operadora — o seu tráfego sai para fora do território continental e os seus apps habituais se comportam como em casa. Se você se conectar com um chip local chinês, esses serviços não vão carregar. Essa é a diferença prática entre os dois e o motivo pelo qual recomendamos um eSIM de viagem para viagens normais de férias.
É melhor um eSIM ou um chip chinês local?
Para uma viagem normal de férias ou de trabalho, o eSIM ganha: prepara-se em casa em dez minutos, mantém o seu número funcionando e os seus apps habituais se comportam normalmente. Um chip chinês local dá dados mais baratos e rápidos e um número chinês, realmente útil para alguns logins em wifi e reservas, mas precisa ser comprado presencialmente na chegada e os seus apps ocidentais não carregam nele. Muitos viajantes acabam com os dois.
Quanto custa um eSIM ou um chip de turista para a China?
Um eSIM de viagem costuma custar 20–35 dólares por 10–20 GB durante 15 dias, ou 25–40 dólares por um plano ilimitado de 7 dias. Um chip turístico local comprado num balcão de aeroporto vai de 200 a 400 RMB (28–56 dólares) por 10–30 GB durante 30 dias; o mesmo pacote numa loja na cidade custa 100–200 RMB (14–28 dólares). O roaming da operadora é o caminho mais caro, normalmente 10 dólares por dia, cerca de 140 dólares por duas semanas de uso diário.
Preciso de um número de telefone chinês para usar wifi e apps na China?
Não para os seus dados móveis, mas as redes wifi públicas de aeroportos, shoppings e metrô costumam enviar o código de verificação por SMS para um número chinês, e os portais de hotel normalmente pedem o número do quarto. Se você quiser um número chinês para esses acessos e para alguns sistemas de reserva de restaurante, um chip local barato como segunda linha resolve. O wifi do hotel, que é rápido e gratuito, não precisa disso.
Posso manter o meu número enquanto uso um plano de dados chinês?
Sim, em qualquer celular com chip duplo. Instale o eSIM de viagem como segunda linha, coloque-o como linha de dados e deixe o seu chip de origem ativo para chamadas e SMS, assim códigos de banco, mensagens de dois fatores e ligações de casa continuam chegando enquanto todos os seus dados vão pelo plano da China. O único caso em que você perde o número é trocar o chip físico por um chinês local, o que é um bom argumento para levar um segundo celular antigo se quiser as duas coisas.